quarta-feira, 15 de junho de 2011

Ultima semana de "URUBÚ COME CARNIÇA E VÔA!" - "LOGUN EDÉ - UMA YORUBÓPERA PARA CRIANÇAS" e "AFRO SAMBAS 45 ANOS" - Neste fim de semana no ESPAÇO CLARIÔ!




Gente boa, bora curtir a programação de fim de semana do ESPAÇO CLARIÔ!! 
Lembrando que domingo termina a temporada de 
"URUBÚ COME CARNIÇA E VÔA!!"

aproveitem...

SEXTA-FEIRA - DIA 17 DE JUNHO - AS 21 HORAS:
AFRO SAMBAS 45 ANOS - O Amor no Tempos de Baden e Vinícius.

ENTRADA FRANCA!!!
tem mais..
DOMINGO - DIA 19 DE JUNHO
AS 11h e as 14h NO ESPAÇO CLARIÔ:
ertewt
LOGUN-EDÉ
Uma Pequena Yorubópera Para Crianças
Logun-Edé: Uma Pequena Yorubópera Para Crianças conta a história do jovem orixá Logun-Edé. Filho de Oxum – rainha das águas doces - e Oxóssi – o caçador que mora nas matas – Logun-Edé vive seis meses nos rios, com a mãe e seis meses na mata, com o pai. Entre um e outro, meio caçador e meio entidade aquática, em sua figura ele une os dois domínios e passa, em sua trajetória, por acontecimentos que marcam seu crescimento e que evocam o amadurecimento de todos nós, no caminho de questionamento e busca de nossa identidade. 
   O Grupo Pé de Moleque apresenta seu novo trabalho em que, assim como no mito de Logun-Edé, somos levados a vivenciar como é possível a convivência e o entrelaçamento de dois mundos, sejam eles o erudito e o popular, o cantado e o falado, o teatro e a ópera, o africano e o europeu, ou ainda, o adulto e o infantil.
       
Com um elenco formado por cantores líricos e atores que cantam e contam a história do menino encantado; o espetáculo traz também uma pequena orquestra formada por violão, violoncelo, flauta transversal e percussão, em uma mescla de referências e influências que passeiam harmoniosamente entre o erudito e o popular, resultando em uma alegre e inusitada sonoridade, que nos leva a atentar à riqueza das mais diferentes formas de expressão artística que estão á nossa volta.
ENTRADA FRANCA!!!

e ..

NESTE FIM DE SEMANA SE ENCERRA TEMPORADA DE 
"URUBÚ COME CARNIÇA E VÔA!"


ULTIMA SEMANA!!!
SÁBADO 21H E DOMINGO 20H
RESERVE SEU INGRESSO! 
GRUPO CLARIÔ DE TEATRO 
11 9995 5416/ 11 9621 6892
grupoclario@uol.com.br
www.espacoclario.blogspot.com

3 comentários:

Nunes disse...

Por favor, como faço para reservar ingressos? Bjs Siva

GRUPO CLARIÔ DE TEATRO disse...

Só ligar para 11 9995 5416 ou 11 9621 6892
E chegar com um pouco de antecedência.
Um abraço.

André Persant disse...

Eu queria ser um urubu


Pra começar a falar sobre minha experiência com a peça “Urubu come carniça e vôa”, cito uma pequena curiosidade que alegrou e alimentou minhas ideias: o fato de terem deixado que eu entrasse no local do espetáculo tomando minha latinha de cerveja. Que maravilha! Parafraseando o (também) pernambucano Francisco de Assis França, ou simplesmente Chico Science, “Uma cerveja antes do almoço (peça) é muito bom pra ficar pensando melhor”. E assim fui eu, pronto para o espetáculo.
Como não sou crítico (muito menos intelectual) e sim ator, costumo medir o quanto gosto de uma peça pela vontade que vou sentindo ao longo da obra de participar ativamente dela, ou seja, atuando. Em “Urubu...” essa vontade foi latente em mim a cada fragmento da obra. Eu desejava manusear um dos coloridos guarda-chuvas de frevo, gostaria de fazer uma cena naquela rede, com as bolinhas de sabão caindo (que linda cena e iluminação), gostaria de repetir o texto do menino que riu e foi abordado pela polícia, ai como eu queria ser um urubú. O que vi foi uma obra tão bem acabada e tão viva que a única coisa que eu pensava era, “porra, como eu queria fazer essa peça”. Apesar de não ser músico, adoraria tocar alfaia em algum momento da peça, nem que fosse só pra entrar, bater e sair. Já ficaria contente.
Falando agora como um cidadão suburbano é cortante vê, por meio do texto, que o tratamento dado ao “periférico” é o mesmo ao longo do país. Que essas periferias estão tão longe e ao mesmo tempo tão perto. Perto na dor e na luta pela dignidade, expressas através da arte. Linda arte. Acho que mesmo tratando de temas tão pesados, a direção conseguiu deixar a encenação leve e (até) alegre, como o frevo. Texto e encenação são grandiosos e me senti representado, tanto como artista e também como cidadão. Valeu Clariô. E meus sinceros PARABÉNS.

André Persant