E o GRUPO CLARIÔ segue mais um final de semana em cartaz no SESC SANTO AMARO com o espetáculo "HOSPITAL DA GENTE"!
A temporada está lindíssima! Boralá conferir?
Mostra CLARIÔ DE TEATRO no SESC SANTO AMARO
Clique aqui para informações.
quem procura... acha!!
domingo, 10 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
CLARIÔ MOSTRA REPERTÓRIO NO SESC!
E é com muito prazer que anunciamos a
MOSTRA DE REPERTÓRIO DO CLÁRIÔ NO SESC.
Uma curta temporada dos espetáculos HOSPITAL DA GENTE e URUBÚ COME CARNIÇA E VÔA! na unidade de SANTO AMARO, no mês de junho de 2012.
Confira a programação..
HOSPITAL DA GENTE
DE 08 À 17 DE JUNHO
SEXTAS e SÁBADOS às 21H e DOMINGOS às 18H.
“Muitas outras obras,
em todas as linguagens artísticas, surgiram para confirmar que no gueto pulsa
uma arte renovadora.” (*)
A arte
que se "produz" nas bordas da cidade é diferenciada sim, pois não
está preocupada em reproduzir, em menores condições, o que já em sendo feito no
circuito metropolitano. Trata-se de uma construção artística autêntica,
alta-cultura vinculada na experiência dos seus artistas, que geralmente propõem
uma discussão pura sobre questões sociais legítimas e essenciais para a
comunidade e sobre a mesma.
A
falta de recursos durante construção de um espetáculo, é superada pela
criatividade, e a precariedade assumida, vira "forma" e desemboca em
uma estética, considerada hoje como "própria da periferia".
Hospital
da Gente surge neste contexto, sua linguagem está enraizada na marginalidade, e
seu discurso, através da inversão de valores, é capaz de abordar delicadamente
relatos sobre uma realidade violenta.
(*) Trecho retirado do
artigo “No Mundo da Cultura, o Centro Está em Toda Parte”, publicado em
fevereiro de 2008, na versão brasileira do jornal francês “Le Mond
Diplomatique”, por Eleilson Leite
SINOPSE:
Catadas
dos cantos/contos de Marcelino Freire, trabalhadoras do Brasil abrem as portas
dos seus barracos para revelarem à que vieram, qual o seu papel, seu lugar
dentro de uma estrutura caótica e desigual. Sem drama!
Não há
o Drama.
Figuras
tão conhecidas como a mendiga, a bêbada, a prostituta , a velha, a mãe ou a
dona de um boteco de uma Favela Fênix qualquer, dão luz à perguntas apagadas do
nosso questionário a respeito do que está acontecendo.
O que
esta acontecendo?
O que
você faz com a fome, tem remédio? Onde eu vou achar tanto remédio bom? Minhas
asas quem mandou cortar? Capim sabe ler? Hein? E o cachorro? A cachorra? Sou
puta ou não sou puta? Parado não é pior? Repartir seu quarto? Pergunta? Cadê
meus dentes? Tem esforço mais esforço do que o meu esforço? Ta me ouvindo bem?
Já viu amor entre porco? Entre sapo? Entre pombo? Aí diz que o pombo é bonito
porque o pombo se empomba, porque o pombo corre atrás da pomba, bom é pombo
assado e pronto!
FICHA TÉCNICA:
Textos: Marcelino Freire
Direção : Mário Pazini
Elenco: Maira Galvão, Martinha Soares, Naloana Lima, Naruna Costa, Paloma Oliveira e Luana Lima
Cenografia: Alexandre Souza (João)
Iluminação: Will Damas
Música (composição e direção musical): Naruna Costa
Sonoplastia—Radio Eita Pôxa FM? Renato Nascimento
Figurinos: Grupo Clariô de Teatro Assessoria de Figurinos : Leandro Benites
Adereços: Naruna Costa e Martinha Soares
Contra-regras: Washington Gabriel
Música Beradêro: Chico César
SERVIÇO:
HOSPITAL DA GENTE:
DE 08 À 17 /06/ 2012
SEXTAS E SÁBADOS
AS 21H / DOMINGOS 18H
URUBÚ COME CARNIÇA E VÔA:
DE 22 DE JUNHO À 01 DE JULHO DE 2012
SEXTAS E SÁBADOS
AS 21H / DOMINGOS 18H
LOCAL:
SESC SANTO AMARO:
Rua
Amador Bueno, 505 - Santo Amaro
Telefone:
5541-4000
INGRESSOS:
R$
12,00 (inteira)
R$6,00
(usuário inscrito no SESC e dependentes / + 60 anos / Professor da rede pública
de ensino e estudante com comprovante)
R$3,00
(Trabalhador no comércio de bens / Serviços e turismo matriculado no SESC
e dependentes)
U R U B Ú C O M E C A R N I Ç A E V Ô A!
DE 22 de JUNHO à 01 de JULHO de 2012
SEXTAS e SÁBADOS às 21H e DOMINGOS às 18H.
SINOPSE:
Escritos crônicos e retratos da vida de um poeta pernambucano,
negro, oriundo de MURIBECA, bairro periférico, que leva o mesmo
nome do lixão em torno do qual o conjunto habitacional onde mora foi
construído.
João Flávio
Cordeiro, o MIRÓ DE MURIBECA, faz da poesia a maneira mais concreta de
responder a violência sofrida e observada por ele cotidianamente.
Um artista intenso,
crônico por natureza que, além dos escritos, traz no corpo e na palavra dita,
uma visceralidade peculiar, que propõe novos olhares para um lugar onde “um
sujeito pode bater no outro, só porque ele deu um riso!”, mas que, recheado de
seu “alegrismo poético”, é capaz de colorir a tragédia e alçar vôos de
celebração à vida.
Uma ponte, uma
travessia até Miró, é o que o novo espetáculo do grupo Clariô propõe.
Atravessando a palavra do poeta de corpo e órgãos, descobrindo musicalidades e
gestos que traduzam, dialoguem seus ditos tão urbanosertanejos.
“URUBÚ COME CARNIÇA
E VÔA!” é o que nos clariô
nestinstante como
chuva fina ao sol.
FICHA TÉCNICA:
Escritos crônicos: Miró de Muribeca
Direção: Mário Pazini
Atores/criadores: Alexandre Souza,
Diego Avelino, Martinha Soares, Naloana Lima e Naruna Costa.
Ator Convidado: Washington Gabriel
Dramaturgia: Grupo Clariô de Teatro
Assessoria dramatúrgica: Will Damas
Cenário: Alexandre Souza (João) e
Mário Pazini
Figurinos e adereços: Martinha Soares
e Naruna Costa
Iluminação: Will Damas
Fotos: Guma e Sheila Signário
TRILHA DA PEÇA:
Composição: Giovanni Di ganzá e
Naruna Costa
Direção Musical: Giovanni Di Ganzá
Interpretação: (Violibeca:
Giovanni Di ganzá, Voloncello: Klaus Wernet, Viola Caipira: Agnaldo Nicoletti e
Saxofone: Pablo Quiñones)
segunda-feira, 21 de maio de 2012
VIRGÍNIA ROSA & OGAIR JÚNIOR no 42º QUINTASOITO - 31 DE MAIO no CLARIÔ
É isso aí minha gente, neste mês de maio, tão significativo, vamos receber em nossa casa:
V I R G Í N I A R O S A &
O G A I R J Ú N I O R
A MESMA VOZ & OUTRO PIANO (Uma homenagem ao saudoso pianista Geraldo Flach, com quem Virgínia iniciou o projeto VOZ & PIANO).
Após o show, o nosso velho e bom bate papo com Virginia e Ogair, ao calor e sabor da clássica sopinha do Clariô.
Sobre...
UM ENCONTRO, UMA HISTÓRIA

Em
2005, Virgínia Rosa foi convidada a substituir Lucinha Lins – que por
conta das gravações da novela em que atuava à época não poderia viajar -
numa única apresentação com Geraldo Flach na Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, em Porto Alegre. Virgínia Rosa partiu então para aquele que
seria seu primeiro encontro com Geraldo Flach. A empatia entre os dois foi
imediata - e o resultado, um belíssimo espetáculo visto por mais de mil pessoas.
E muitos pedidos para novas apresentações.
A
“linda amizade musical”, como diz a cantora, transformou o que seria um
único evento num aplaudido show já visto em São Paulo (interior
e capital), em várias cidades do Rio Grande do Sul, em Salvador, na
Bahia, e em Punta Del Este e Montevidéu, no Uruguai. E, cinco anos
depois, nascia o CD Virgínia Rosa & Geraldo Flach – Voz & Piano -
o belo trabalho que marcou o encontro destes dois talentosos artistas que
o acaso reuniu e uma síntese das várias apresentações que fizeram juntos.
O SHOW
A MESMA VOZ & OUTRO PIANO
Mas o show tem que continuar. Virgínia Rosa sobe ao palco agora acompanhada ao piano por Ogair Júnior. A mesma voz, outro piano e o mesmo bem-cuidado trabalho que é marca registrada da carreira destes artistas.
Virgínia e Ogair Júnior têm uma bela e já longa história de parceria. Apresentaram-se juntos inúmeras vezes, em diversos lugares e para diferentes públicos. É dele, por exemplo, a direção musical de shows da cantora como "Na Batucada da Vida" (em que, com Célia e Lucinha Lins, homenageia Carmen Miranda); "Palavra de Mulher" – espetáculo em que Virgínia divide o palco com Tania Alves e Lucinha Lins para interpretar personagens femininas da obra de Chico Buarque – e "Baita Negão", show de lançamento do CD homônimo em que Virgínia canta canções compostas por Monsueto.
A Mesma Voz & Outro Piano apresenta ao público o meticuloso trabalho registrado no CD Virgínia Rosa & Geraldo Flach – Voz & Piano e que conquistou a crítica especializada. O show foi reformulado, algumas músicas ganharam novos arranjos e interpretação, outras permaneceram com os arranjos concebidos por Geraldo Flach. O repertório do espetáculo traz músicas que integram o CD como “A Flor”, “Qui Nem Jiló”, “Kalu”, “Pressentimento”, “Dindi”, “Maria, Maria”, “Mercedita”, “Upa Neguinho”, “Cacilda”. “Meu Amor Chorou”, “Canção de Índio”, “Choro Amoroso” e “A Voz do Coração”.
V I R G Í N I A R O S A
Começou sua carreira, no início dos anos 80, como vocalista da banda Isca de Polícia, de Itamar Assumpção
Em meados da mesma década, tornou-se vocalista do grupo Mexe com Tudo, com o qual trabalhou por sete anos e excursionou para a França e outros países da Europa.
Já na década de 90, Virgínia partiu para carreira solo fazendo diversos shows. Seu primeiro CD, Batuque (1997) - com músicas de Itamar Assumpção, Luiz Gonzaga, Lenine e Chico Science -, lhe valeu a indicação de cantora revelação no Prêmio Sharp. O segundo, A Voz do Coração, tem composições de Thomas Roth, Chico César, Herbet Vianna, Gilberto Gil e Luiz Melodia. Samba a Dois, o terceiro, inclui regravações de Cartola, Candeia e de novos compositores como Luísa Maita e Tito Pinheiro. Em seu recente CD, Baita Negão, Virgínia Rosa homenageia Monsueto interpretando várias de suas canções. Em 2010, a cantora presenteou seu público com Virgínia Rosa & Geraldo Flach – Voz & Piano.
Ao longo destes anos, além dos shows que acompanharam os CDs, a cantora fez inúmeras outras apresentações, sempre com muito talento e versatilidade: Palavra de Mulher (em que canta músicas de Chico Buarque); Na Batucada da Vida (uma homenagem à Carmen Miranda); Virgínia Rosa Canta Clara (que deu origem também a um especial de TV); Palavra de Paulista (em que, ao lado de outras cantoras, dá voz a músicas de compositores paulistas) e Nega Música (cantando
canções de Itamar Assumpção) são apenas alguns destes trabalhos.
O G A I R J Ú N I O R
Instrumentista, arranjador, pianista acompanhador e professor, Ogair Júnior iniciou seus estudos de música aos 6 anos e participou de diversos workshops e masterclass com músicos como Nelson Ayres, Vinícius Dorim, Vicent Gardner
e Jhonny Alf. Ao piano, já acompanhou nomes como Gal Costa, Lucinha Lins, Ná Ozetti, Jair Rodrigues, Luciana Mello, Fernanda Porto, Cris Afl alo, Graça Cunha, Ana Cañas e Mônica Schimenes.
Entre 2004 e 2007, Ogair Júnior foi maestro do programa de Hebe Camargo e pianista da Orquestra do SBT. Professor de piano da FMU-FAAM - SP e Fundação das Artes, em São Caetano do Sul, integra ainda o quarteto instrumental Miscelânea Paulista.
Recentemente participou do projeto A Mulher e o Piano – Uma História de Amor, acompanhando a cantora Célia. Assina também a direção musical do novo CD da cantora - O Lado Oculto das Canções, lançado em 2010. Já tocou com Virgínia Rosa em diversas ocasiões e é dele a direção musical de shows como "Na Batucada da Vida", "Palavra de Mulher" e "Baita Negão".
4 2 º Q U I N T A S O I T O
VIGÍNIA ROSA & OGAIR JÚNIOR
31 DE MAIO DE 2012 - QUINTA FEIRA - 20H
ENTRADA FRANCA!
ESPAÇO CLARIÔ:
RUA SANTA LUZIA - 96
TABOAO DA SERRA - SP
domingo, 6 de maio de 2012
CLARIANAS NA VII MOSTRA LATINO AMERICANA DE TEATRO DE GRUPO - CRÍTICAS
E no dia 29 de abril, o Grupo Clariô fechou a VII MOSTRA LATINO AMERICANA DE TEATRO DE GRUPO em grande celebração, com o show das CLARIANAS.
Uma noite linda, que brindou a presença e força da mulher na cultura dos países Latino Americanos.
Foi muito especial para o Clariô representar o Estado de São Paulo este ano!
Vejam abaixo críticas de MICHEL FERNANDES (APLAUSO BRASIL) e de SHADAY LARIOS (CRÍTICA do MÉXICO) sobre o show:
Foto: Fernanda Pessoa
por Michel Fernandes
(crítico e editor do site APLAUSO BRASIL)
O canto exuberante das “Clarianas”, espetáculo em
que
quatro atrizes do Grupo Clariô, de Taboão da Serra
(São Paulo),
interpretaram canções que surgiram no decorrer do
proces-
so de montagem de seus espetáculos – “Hospital da
Gente” e
“Urubu Come Carniça e Voa” –, encheu o espírito da
plateia de
entusiasmo encerrando, com acerto, a VII Mostra
Latino Ameri-
cana de Teatro de Grupo.
Em singelos e artesanais vestidos brancos (do figurinista
Leandro Benites que, também, assina o espaço cênico
formado
por fachadas de casebres bem humildes ao fundo, uma
peque-
na plataforma onde estão Giovani Di Ganzá – cordas
– e Fefe
Camilo-percussão-=, microfones à frente do palco),
entram as
intérpretes e comunicam que o show dará voz às
“mulheres
ancestrais “. E fazem isso com cantigas inspiradas
no cancio-
neiro popular, das incelenças ao samba de roda.
Todas as letras, até as mais poéticas, tem extremo
com-
prometimento social, evocando problemas enfrentados
pela
comunidade que abriga a sede do Grupo Clariô
(Taboão da
Serra, município humilde do Estado de São Paulo) ,
problemas
como seca ( grande parte dos habitantes da região
tem, como
descendentes, nordestinos), além de observações de
pessoas
e tipos que vivem no local (destaca-se aqui a
música Erê, de
Naloana Lima, que fala sobre o dia-a-dia das
crianças locais).
Naruna Costa assina as demais letras, além dos
arranjos e di-
reção musical, todos os quesitos com extremada
criatividade,
competência e sensibilidade.
Como nos shows da intérprete da MPB de maior
destaque,
Maria Bethania, a teatralidade dos gestos, da forma
de cantar
as letras, a forma com que o conteúdo das canções
são inter-
pretados, carregam em seu bojo o toque que confere
à “Claria-
nas” o status de show de protesto. Não que seja um
espetáculo
panfletário e triste, ao contrario, “Clarianas”
empolga tanto que
o público não se acanha em dispensar as cadeiras
que forma-
vam a plateia e abrir uma enorme pista de dança.
O Grupo Clariô de Teatro finca sua estaca no rol
dos coleti-
vos teatrais mais interessantes do estado de São
Paulo. É bom
que se grave esse nome.
por Shaday Larios
(crítica mexicana)
Dice Nietzsche que nuestra voz es un canto
reprimido y que
nuestro caminar una danza también reprimida, As
Clarianas
voces y músicas derivadas de distintos procesos
teatrales del
Grupo Clarió, es un homenaje que lleva en su
esencia la sen-
sación hacia ese retorno de libertad y
desprendimiento de los
sometimientos sociales arbitrarios. La investigación
-arqueo-
logía sonora- para lograr el concierto de las
piezas escénicas
está fundamentada en una búsqueda de la
ancestralidad afri-
cana latente en ciertas regiones de Brasil. Y en
congruencia, su
plástica auditiva está liderada por mujeres
vestidas de blan-
co, a la usanza de muchas ceremonias de etnias
femeninas
latinoamericanas milenarias que le danzan y le
cantan a las
mitologías de la fuerza universal. Recuperar el
elevamiento de
la voz con rítmicas imitadas, traducidas de las
orquestaciones
naturales para utilizarlas a su vez como una forma
de protesta,
de manifestación y resistencia de los lugares más
marginales,
excluidos, en este caso de Sau Paulo. Las canciones
son rela-
tos, crónicas-extracto de situaciones de conflicto
social, ora-
ciones, ductos hacia lo inmanente que subliman el
carácter de
lo corruptible hacia la temporalidad no cronológica
propia de
los movimientos rituales: reconectarse con el
origen, de cuan-
do el principio de los tiempos y remover la
corporalidad hacia
il illo tempo ab origine de las sociedades
premodernas en las
que la noción de progreso se anulaba a favor de la
observa-
ción y vivencia de un presente continuo, basado en
relaciones
analógicas con el principal poder llamado
agradecimiento y
praxis congruente con una justicia u orden
absoluto. As Claria-
nas es una célula perteneciente a un cuerpo
escénico mayor
que trabaja a favor de una actividad de escucha y
análisis de
una comunidad desfavorecida, y que bajo una intensa
labor de
autogestión mantiene un espacio de diálogo con ese
sector
para integrarlo a través de las herramientas del
arte hacia sus
raíces, o para indagar en un discurso intermediario
entre las
realidades más duras y su posible catarsis,
expresión y divul-
gación. El arte destinado a la inclusión social
como alternativa
de supervivencia, zona de debate y escucha,
utilizado por este
colectivo, espejo y ejemplo de muchos otros grupos
brasileños
enfocados en esa misión.
JORNAL DA VII MOSTRA LATINO AMERICANA DE TEATRO DE GRUPO EDIÇÃO 7
quinta-feira, 3 de maio de 2012
"TEATRO DO OPRIMIDO" NO ESPAÇO CLARIÔ NESTE SÁBADO!!
Caros amigos,
Estamos aqui anunciando a apresentação de um espetáculo muito interessante, que acontece neste final de semana no ESPAÇO CLARIÔ!
Trata-se dos coletivos GRUPO DE TEATRO DO OPRIMIDO DA GAROA e MUDANÇA DE CENA,
que oferecem a peça-fórum TORQUEMADA 17BALAS no sábado, dia 05 de maio, as 20h
e a OFICINA DE TEATRO DO OPRIMIDO no domingo, dia 06 de maio, das 13h as 19h.
TODAS AS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS!
vejam abaixo informações detalhadas.
Bora?!
Sinopse do espetáculo
“Torquemada – 17 Balas” é uma releitura do texto “Torquemada” de Augusto
Boal, refere-se à repressão policial, à violência do Estado, à impunidade e ao
autoritarismo que se faz presente ainda hoje, fruto da história da sociedade
brasileira e recorrente na história da humanidade. No espetáculo, após
pronunciamento de Tomás de Torquemada, inquisidor espanhol da idade média, o
público acompanha o relato descrito por Boal sobre a tortura que sofreu no
período do regime militar e a leitura de parte de seu processo criminal de
1971. A peça segue para a atualidade e um jovem toma o lugar do “subversivo” da
época, em uma jornada de acontecimentos pelos subterrâneos da violência atual
nas periferias. Na dramaturgia proposta, as falas dos torturadores do passado
estão presentes naqueles que violam os direitos humanos nos dias de hoje,
trazendo à memória os “anos de chumbo” e sua influência na atualidade. O enredo
é costurado por músicas compostas coletivamente pelo grupo, que garantem
também momentos de descontração à peça. Ao final do espetáculo, o público
é convidado a entrar em cena em busca de alternativas para o conflito
apresentado. Inicia-se a sessão de Teatro Fórum.
ESPAÇO CLARIÔ:
R. SANTA LUZIA - 96 - JD. SANTA LUZIA
TABOÃO DA SERRA - SP
TEL:11 4701 8401 / 11 9621 6892
email: grupoclario@uol.com.br
www.espacoclario.blogspot.com
sexta-feira, 20 de abril de 2012
SEMANA DE CINEMA NO ESPAÇO CLARIÔ! - 41º QUINTASOITO
O cinema como forma de resgate e reflexão, ocupa o Espaço Clariô nos dias 26 e 27 de abril.
O 41º QUINTASOITO, tem como tema o Cinema como forma de crítica Social e convida o ator e diretor Renan Rovida da Cia do Latão, para um debate papo sobre os curtas exibidos na noite.
No dia seguinte, exibiremos o documentário "O PALHAÇO MENINO - Histórias de quem, desde pequeno, sonha e vive as Folias de Reis" do diretor "Léo Alves com o Grupo Cultural Etc.".
Estão todos convidados à chegar, tomar um caldo, assistir as sessões, e debater o material exibido com seus realizadores.
É de Graça!
P R O G R A M A Ç Ã O:
26 de abril:
41º QUINTASOITO: *CINEMA*
COM OS DIRETORES RENAN ROVIDA E DIOGO NOVENTA E O ROTEIRISTA THIAGO MENDONÇA.
COM OS DIRETORES RENAN ROVIDA E DIOGO NOVENTA E O ROTEIRISTA THIAGO MENDONÇA.
RENAN ROVIDA é ator de cinema e teatro e integrante da Cia do Latão (Cia de Teatro de São Paulo).
Ele propõe a exibição de três curtas, que tem como temática a critica social com foco na periferia do capitalismo, mesmo quando no centro.
Cada curta tem uma relação diferente com a narrativa cinematográfica dentro da ficção e são todos feitos de maneira coletiva.
Renan teve sua primeira experiência como diretor no curta "ENTRE NÓS, DINHEIRO" também exibido na noite do 41º QUINTASOITO.
CURTAS:
DIAS DE GREVE
( ficção, 24min. / 2009)
Uma greve de metalúrgicos tem início em uma cidade nos arredores de Brasília. Muito mais do que o despertar para uma consciência de classe, os grevistas redescobrem uma cidade que já não lhes pertence.
Direção: Adirley Queirós
Roteiro: Thiago B. Mendonça, Adirley Queirós
Fotografia: André Carvalheira
Montagem: Mariana Furumoto, Marcius Barbieri
Prod. Executiva: Adirley Queirós e Thiago B. Mendonça
Direção de Produção: CEICINE
Som Direto: Francisco Crayesmeyer
Trilha Sonora: Maestro Fernando Lima
Edição de Som: Dirceu Lustosa
Elenco:
Wellington Abreu
Dilmar Durães
Edimilson Braga
Luis Alberto
Marlete Fernandez
Maria Antônia
João Break
Elias Rodrigues
...
NARRATIVAS DA SÉ
( experimental / 20 min. / 2008)
Videocriação em oito cenas realizadas a partir da observação de situações vivenciadas na Praça da Sé em São Paulo.
Criação coletiva da Companhia Estudo de Cena.
Direção e Produção: Diogo Noventa.
Elenco:
Juliana Liegel
Ligia Marina
Luciano Carvalho
Mariana Moura
Renan Rovida
Montagem:
Marcelo Berg
Direção de Fotografia:
Patricia Alegre
Câmera:
Diogo Noventa / Patricia Alegre
Som direto:
Fernando Soledade
Foto Still:
Xandi Gonça.
...
ENTRE NÓS, DINHEIRO
( ficção / 25 min. / 2011 )
É churrasco de fim de ano na firma, o Bar do Velho Cuba, e o que era para ser uma festa é trabalho para os funcionários. Trabalhando, é possível enriquecer? Um dia de "festa" na periferia do Capital.
Direção: Renan Rovida
Argumento: Renan Rovida, Rogério Guarapiran e Diogo Noventa
Roteiro para Improviso: Renan Rovida
Produção: Maria Tereza Urias
Elenco:
Andressa Ferrarezi
Carlos Escher
Francisco Noventa
João Berg
Juliana Liegel
Luciano Carvalho
Luiz Carlos Moreira
Maria Aparecida
Mariana Moura
Marilza Batista
Naloana Lima
Renato Gama
Tiago Mine
Preparação de Elenco: Helena Albergaria
Fotografia e Câmera: Diogo Noventa
Montagem: Marcelo Berg
Som Direto: Wilq Vicente e Renata Adrianna
Gravação de Som: Martin Eikmeier
Equalização de Som: Marcelo Tupinambá
Figurinos: Maria Tereza Urias e Carlos Escher
Fotos de Divulgação: Marina Requena
Arte Gráfica: Iarlei Rangel
***
DIA 27 DE ABRIL - SEXTA FEIRA - AS 19H.:
EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO “O PALHAÇO MENINO
O documentário “O Palhaço Menino” tem foco na apresentação das Folias de Reis, folguedo da cultura popular capixaba, através de linguagem mais dinâmica, criativa, híbrida e despojada, atraindo, prioritariamente, o público jovem. A obra traz histórias dos grupos a partir de entrevistas com foliões, estudiosos e artistas e, através de elementos ficcionais, narra a história de um menino apaixonado pelo folguedo.
As filmagens do documentário partiram da pequena cidade de Muqui, que abriga o Encontro Nacional de Folias de Reis mais antigo do Brasil, seguindo por cidades do interior sul capixaba como Cachoeiro de Itapemirim, Mimoso do Sul e Bom Jesus do Norte. Além disso, entrevistas e imagens foram captadas durante passagem pela Europa, em cidades como Lisboa, Porto e Ovar, onde há uma tradição muito forte em “Cantar os Reis” e onde o grupo pôde aumentar e estreitar o contato intergeracional.
Tendo em vista a grandiosidade e potencialidade das manifestações culturais regionais brasileiras, o documentário dá visibilidade aos grupos de folia, traduzindo e conferindo valor a estes personagens, tornando-os protagonistas de todo o processo.
No site tem mais informações e fotos
***
E LEMBRANDO QUE DIA 29 DE ABRIL, TEM
SHOW DAS CLARIANAS
NA VII MOSTRA LATINO AMERICA DE TEATRO DE GRUPO
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