E HOJE, SEXTA FEIRACOM A SELEÇÃO GANHANDO OU NÂO,HAVERÁ
SHOW DO VITOR DA TRINDADE NO ESPAÇO CLARIÔ!
O S S É
Vitor da Trindade
Vitor Da Trindade foi iniciado na arte por seus pais e avós, aprendendo as danças e ritmos tradicionais do Brasil. Foi professor na Escola Municipal de Música do Distrito de Schoneberg/Alemanha e do Groove Zentrum fur Perkussion/Alemanha. Recebeu vários prêmios, entre eles, o de Intercâmbio Cultural 2008 (Samba Syndrom). Apresentou-se como músico e solista, em 04 continentes, várias capitais e cidades do interior do Brasil, com o Trio “Revista do Samba” e o show solo “Cantando Solano Trindade”.
Integrantes:
E-mail: contatofamiliatrindade@gmail.com
Origem: Embu - sp (Brasil)
Residência: Embu - sp (Brasil)
Estilo Musica Afro Brasileira
SHOW de VITOR DA TRINDADE
lançamento do novo projeto:
OSSÉ
Sexta Feira-04/07/14
21h
ESPAÇO CLARIÔ
rua Santa Luzia, 96 - Vila Santa
Luzia - Taboâo da Serra
E no mês e maio, bastante simbólico para o Brasil em termos de África, o Espaço Clariô recebe, no 61º QUINTASOITO, o grupo
GUMBOOT DANCE BRASIL,
fundado pelo coreógrafo RUBENS OLIVEIRA MARTINS.
É um trabalho muito específico, que une corpo e musicalidade, a fim de construir outros modos de comunicação.
Força. Sensibilidade. Beleza. Luta. África. Brasil.
Tudo junto e misturado, entre corpos e botas, que fazem o chão tremer!
Venham!
A ENTRADA É FRANCA!
Após a apresentação, a gente toma uma sopinha e bate um papo com os bailarinos!
(E ali, abaixo, mais informações sobre o Gumboot Dance Brasil)
O Grupo Gumboot Dance Brasilcomeçou em 2008, através da pesquisa do bailarino e coreografo Rubens Oliveira Martins sobre a dança GUMBOOT, que nasceu nas minas de ouro e diamante da ÁFRICA DO SUL, no século XIX. Homens de 7 diferentes regiões do continente Africano foram levados para trabalhar nas minas. Sem ter como se comunicar uns com os outros e por conta do ambiente de trabalho opressivo criado pelos donos das minas, nasceu uma forma de comunicação através das batidas nas botas de borracha, usadas pelos trabalhadores. Os códigos criados se transformaram em uma dança, que foi difundida para o mundo até chegar ao Brasil.
O Grupo Gumboot Dance Brasil estréia este ano seu segundo espetáculo e sua trajetória de 6 anos passou por vários espaços de dança como: SESC-SP, Sala Crisantempo, Centro Cultural São Paulo. Além de ter a parceira com grupos como AfroElectro.
E em maio, Clarianas retomam com muita força sua GIRANDÊRA!
DIA 16 de maio, faremos SESI CAMPINAS e
dia 17, abriremos o palco CULTURA PERIFÉRICA na VIRADA CULTURAL!!!
Venham cantar conosco!!
VEJAM:
Girandêra, o Canto Que Precisa Ser Contado L – Livre para todos os públicos
Com um repertório de quinze obras autorais e uma do cantor e compositor Chico César, assim como no CD, o grupo abre uma janela para o amplo universo sonoro de raiz, que vai do aboio sertanejo ao samba de roda, passa pelas brincantes de coco, ladainhas do catolicismo popular, cânticos indígenas, maracatu-baque-virado, baião, rezas e tambores. Sempre pontuado por vozes que resgatam a tradição das mulheres cantadeiras, canções marcadas por conteúdos recheados de verdades contundentes sobre a realidade do povo. A apresentação tem início com uma sonoridade nativa, poética, o que os artistas entendem por chegança reflexiva. Aos poucos cresce, verticalizando o protesto. O Clarianas segue numa espiral ascendente, unindo suas vozes aos tambores, poesia e teatralidade, até desembocar com a plateia em um grande festejo que celebra a Girandêra. Popular, 80 min
Voz e percussão: Martinha Soares, Naloana Lima e Naruna Costa | Violibeca e violão: Carla Raiza | Percussão: Fefê Camilo | Músicas: Naruna Costa e Naloana Lima | Direção musical e arranjos: Naruna Costa e Giovani di Ganzá | Direção de palco: Mario Pazini | Figurino e espaço cenográfico: Leandro Benites | Iluminação: Alexandre Souza | Produção: Grupo Clariô de Teatro
Saudade sim, tristeza não. O Clariô não pode parar!
Clariô, nesta primeira semana de maio, será representado, simultaneamente em Pernambuco e na Argentina.
Naloana Lima, embarcou hoje com o SARAU DO BINHO para a terra dos hermanos, participar da 40ª Feira do Livro de Buenos Airese
amanhã, Naruna Costa, desce em Pernambuco, para participar do CINE PE, festival raçudo de cinema internacional, que exibirá o filme: "MUNDO DESERTO DE ALMAS NEGRAS", dirigido por Ruy Veridiano, e estrelado por Sidney Santiago (Cia os Crespos), Naruna e Will Damas (Clariô).
Abaixo, detalhes.
São Paulo leva literatura da periferia à Feira do Livro de Buenos Aires
(Guido Carelli Lynch
Do Clarín, em Buenos Aires)
A língua é o muro impenetrável que separa o Brasil do resto do continente. É uma barreira mais forte que os interesses econômicos protecionistas que de vez em quando afloram deste lado da fronteira ou do outro.
Dificilmente a participação de São Paulo como cidade convidada de honra na 40ª Feira do Livro de Buenos Aires será suficiente para derrubar esse muro, mas a comitiva de escritores, sociólogos, músicos e editores paulistas servirá talvez para erguer uma ponte entre as duas cidades com mais oferta cultural da América do Sul.
A proposta da megalópole brasileira é variada e inclui autores consagrados como o multimídia Arnaldo Antunes –o mais conhecido pelos hermanos–, Marçal Aquino ("Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios"), Andréa del Fuego ("Os Malaquias") ou Ricardo Lísias.
Mas o foco estará no que os próprios paulistas e agitadores culturais brasileiros chamam de "cultura periférica" e "literatura marginal". Trata-se de um grupo de autores que, em sua maioria, vive em favelas ou zonas marginais da cidade e que ganharam visibilidade nos saraus, o fenômeno de grupos que recitam poesia (com ou sem música) e que explodiu primeiro nos bairros mais pobres da cidade, entre 2001 e 2002, e se espalhou pelo resto do Brasil e dos outros setores sociais. Reginaldo Ferreira da Silva, mais conhecido como Ferréz, o nome com o qual se transformou em best–seller, é a cara mais conhecida desses grupos.
O autor de "Manual Prático do Ódio" será sem dúvida um dos pontos fortes da feira: tem discurso e uma literatura potente. Dias atrás, em São Paulo, ele disse ao "Clarín" que "os autores brasileiros da classe média estão deprimidos, só pensam no rivotril". Essa tensão subjacente também virá a Buenos Aires. Ferréz compartilhará mesa com outro escritor consagrado, Marcelino Freire, autor de "Contos Negreiros", e também emergente da literatura marginal, que afirma: "a grande maioria dos autores do mainstream torcem o nariz para os que vêm da periferia".
Festivos e catárticos, próximos do hip–hop, 15 dos 150 grupos de saraus que convivem em São Paulo virão à Feira. "O que se buscou foi inverter o tradicional: colocar a periferia no centro e o mais consagrado na periferia", explica Luiz Bagolin, diretor da Biblioteca Mário de Andrade, a segunda mais importante do Brasil, e o grande responsável pela coordenação da programação paulistana.
São Paulo terá um stand próprio no pavilhão amarelo da Rural, com uma superfície de 144 metros quadrados. A decoração estará a cargo do coletivo JAMAC, coordenado por Mônica Nador, artista importante na cena de São Paulo, que trocou a pintura pelo aerossol e os museus pelos projetos sociais e artísticos na rua. Seus enormes quadros de seis metros de comprimento por 1,5 metro de largura envolverão o stand. A pesquisadora argentina Lucía Tennina apresentará ali sua nova antologia de saraus.
A programação brasileira, porém, não se limitará ao edifício da feira. O Malba, o cine Gaumont e até a discoteca Niceto terão shows e apresentações.
A única ironia é que, com tamanha aposta pela integração regional, as restrições alfandegárias não permitirão a entrada no país de um grande volume de livros brasileiros, como avisou Juca Ferreira, secretário municipal de Cultura. Por enquanto, será preciso se contentar com os autores.
Thriller político numa São Paulo racialmente invertida
Atores: Sidney Santiago e Naruna Costa - Filme Mundo Deserto de Almas Negras
Mundo Deserto de Almas Negras, primeiro longa-metragem do diretor paulista Ruy Veridiano, terá estreia nacional na noite da terça-feira (29) na Mostra Festival de Cinema de Ficção Internacional, no Teatro Guararapes, Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.
Trata-se de um thriller político que se passa em uma São Paulo racialmente invertida, onde o centro rico é negro e a periferia é branca e pobre. É a história de um advogado que topa entregar celulares em um presídio para um membro da "Fundação do Crime", é assaltado e passa a ser perseguido pela "Fundação", no dia em que esta ataca a cidade.
Segundo uma das produtoras do longa, Renata Pagliuso, o filme foi feito “na raça”, de forma independente. “A direção de arte, do artista plástico Pedro di Pietro, é um dos pontos altos da produção, com a inversão dos vetores raciais. Brincamos com a ideia de um novo estilo para as elites do filme que substitui a histeria neoclássica das nossas elites, o estilo ‘neo-nigeriano’”.
A produtora antecipa que todas as referências linguísticas, culturais e arquitetônicas da história são baseadas em uma África utópica. Ruy Veridiano assina também o roteiro e a produção, essa feita com Fernando Chiari, além de Renata. A trilha sonora é do DJ Zegon, ex Planet Hemp e atual Tropikillaz e N.A.S.A. No elenco, Sidney Santiago, Naruna Costa, Renaldo Taunay e Marília Moreira.
O Duo Raíza Ganzá é um projeto artístico que surgiu da necessidade de pesquisar compositores do modernismo e músicas extraídas das manifestações populares brasileira das diversas matrizes. O Duo se propõe a criar releituras desse legado musical brasileiro e colaborar com novos saberes na feitura de nossa música. Nesse trabalho, apresentamos as "Valsamoras", composições e arranjos de Di ganzá a partir das vivências com o coletivo "Amoràterra". Duo Raiza Ganzá: Violino - Cá Raiza. Violão: Di ganzá.